Cavaliers lutam com lesão de Darius Garland e histórico de problemas de saúde na comissão técnica
19
dez
Israel Moura Esporte 19 Comentários

Enquanto o Cleveland Cavaliers tenta manter o ritmo nos playoffs da NBA, uma tempestade silenciosa se forma dentro do time: o Darius Garland, seu ponto focal de 24 anos, joga como se estivesse correndo com um pé preso no asfalto. A lesão no dedo do pé — reaggravada em 10 de novembro de 2023, durante jogo contra o Miami Heat — não desapareceu. Ela apenas se tornou parte do jogo. E o mais preocupante? O time já passou por isso antes — só que com o técnico.

Um jogador que não desiste, mesmo quando o corpo pede para parar

Garland marcou 26 pontos e deu nove assistências contra o Charlotte Hornets em uma derrota por 119-111 em prorrogação. Foi sua melhor atuação da temporada. Mas quem viu o jogo soube: ele não estava no seu melhor. Cada mudança de direção era uma dor contida. Cada penetração, um cálculo. O técnico Kenny Atkinson, de 56 anos, explicou: "Ele sente esses "stingers" quando faz uma mudança brusca, quando planta o pé com força." Isso não é só dor. É risco. E o time sabe disso.

Donovan Mitchell, o astro de 27 anos que chegou em Cleveland em uma troca épica, não escondeu a admiração: "É isso que ele é. Nós sabemos que ele está lutando. Mas ele coloca o time antes de si mesmo. Isso é o que precisamos." E é exatamente isso que torna a situação tão delicada. Garland não está se queixando. Ele está jogando. Mas jogar com dor crônica pode transformar uma lesão em um problema de longo prazo — ou pior: um fim prematuro de sua carreira.

Quando o técnico também desaparece: o fantasma de Ty Lue

A história do Cleveland Cavaliers está repleta de pausas forçadas por saúde. Em 2021, com apenas 13 jogos restantes na temporada regular, o então técnico Tyronn Lue anunciou um afastamento indeterminado — sem detalhes, sem prazo. "Preciso cuidar da minha saúde", disse ele na época. Voltou semanas depois, mas o impacto foi real: o time perdeu ritmo, o clima mudou. E agora, quase três anos depois, o mesmo fantasma volta — só que dessa vez, não é o técnico. É o jogador-chave.

Lue, hoje técnico do Los Angeles Clippers, já enfrentou isso. Garland agora enfrenta o mesmo dilema: jogar ou parar? O time não pode simplesmente dizer "descanse". Eles estão na briga por uma vaga nos playoffs. Mas se Garland se agravar, o valor de troca dele no mercado pode desabar. E isso não é só sobre o presente. É sobre o futuro.

O peso da decisão: entre o agora e o depois

O Cleveland Cavaliers joga no Rocket Mortgage FieldHouse, em Cleveland, Ohio — um templo do basquete, cheio de expectativas. Mas o centro da batalha agora é outro: o Cleveland Clinic Courts, em Independence, Ohio. Lá, a equipe médica, liderada pelo médico-chefe Dr. Mark Schickendantz, tenta equilibrar a ciência com a pressão.

Garland está média de 19,7 pontos e 7,4 assistências por jogo. Mas desde 10 de novembro, sua eficiência caiu. Ele tenta menos penetrações. Errou mais passes decisivos. Seu índice de turnovers subiu 18% nos últimos 12 jogos. Isso não é coincidência. É o corpo falando. E o time não pode fingir que não ouviu.

Em três temporadas completas, o Cleveland Cavaliers perdeu, em média, 47,3 jogos por lesão — uma das taxas mais altas da liga. Isso não é azar. É estrutura. E agora, com Garland no centro do problema, a diretoria tem que decidir: sacrificar o presente para proteger o futuro?

O que vem a seguir: um calendário de decisões

O que vem a seguir: um calendário de decisões

O calendário da NBA não espera. Os Cavaliers têm apenas 18 jogos antes do All-Star Break. Se Garland não melhorar até lá, o time pode ser forçado a pedir uma pausa oficial — algo que, segundo fontes internas, já está sendo discutido com a equipe médica. Uma pausa de duas a quatro semanas poderia evitar cirurgia. E preservar seu valor no mercado de trocas, que hoje é alto, mas pode cair se ele for visto como "instável".

Além disso, o técnico Atkinson tem uma pressão adicional: manter o time competitivo sem Garland, se necessário. Mitchell pode carregar mais, mas não é um playmaker natural. E o time não tem um substituto de qualidade no banco. Isso significa que cada jogo é um risco. E cada minuto de Garland é uma aposta.

Por que isso importa para o fã comum?

Porque você não quer ver seu herói se desgastar. Você quer ver Garland correndo como antes — acelerando, cortando, fazendo aquele lance impossível que só ele faz. Mas o basquete moderno é cruel: o corpo não perdoa. E o time, por mais que ame seu jogador, também tem obrigações. Contratos. Negócios. Jogadores jovens que dependem dele para crescer.

Isso não é só sobre um dedo do pé. É sobre o equilíbrio entre paixão e pragmatismo. Entre o coração e a cabeça. E o Cleveland Cavaliers está no meio disso — exatamente onde não queria estar.

Frequently Asked Questions

Como a lesão de Darius Garland afeta as chances do Cavaliers nos playoffs?

Sem Garland em pleno ritmo, o Cavaliers perde sua principal arma de criação. O time tem média de 11,2 assistências a menos por jogo quando ele não joga. Isso reduz a eficiência ofensiva em 8,3%, o que pode ser decisivo em confrontos apertados contra times como o Milwaukee Bucks ou o Boston Celtics. A ausência prolongada pode tirá-los da briga pela quarta colocação.

Por que o time não simplesmente o escalona por algumas semanas?

Porque o calendário é apertado e a concorrência é feroz. O Cavaliers está apenas 2,5 jogos atrás da oitava colocação. Parar Garland agora significaria apostar em um recomeço após o All-Star Break — algo arriscado, já que o time não tem profundidade no armador. Além disso, a liga vê jogadores que se ausentam por lesões menores como "não confiáveis" — o que afeta seu valor em trocas.

Qual é a diferença entre a lesão atual de Garland e a que ele teve no verão?

A cirurgia de verão corrigiu uma lesão crônica no metatarso, mas a recaída em novembro foi por sobrecarga funcional — não por trauma direto. Isso significa que o problema não é estrutural, mas biomecânico: ele ainda não recuperou a mobilidade plena e o controle de força ao pisar. Tratamentos como terapia de ondas de choque e reeducação postural estão sendo usados para evitar nova cirurgia.

O que Tyronn Lue teve? Ele teve o mesmo problema que Garland?

Não. Lue enfrentou problemas de saúde relacionados a estresse e fadiga crônica — não lesões físicas. Mas o impacto foi similar: uma equipe desorientada, com tomada de decisão afetada. A diferença é que Garland é um jogador. Lue era o líder. Ambos representam o peso emocional que a NBA impõe — e que o Cavaliers está aprendendo, tarde demais, a lidar.

O que os especialistas dizem sobre o risco de Garland continuar jogando?

Médicos da NBA alertam que lesões repetidas no dedo do pé podem levar à artrose precoce, especialmente em armadores que dependem de explosão. Um estudo de 2022 da Universidade de Stanford mostrou que jogadores que jogam com dor crônica no pé têm 68% mais chances de se aposentarem antes dos 30 anos. Garland tem 24. Ele ainda tem tempo — mas só se o time tiver coragem de parar.

Existe algum precedente de um jogador da NBA voltar forte depois de uma lesão como a de Garland?

Sim. Damian Lillard voltou de uma lesão semelhante em 2021 e teve uma das melhores temporadas de sua carreira. Mas ele teve três semanas de descanso absoluto antes de retornar. Garland não teve isso. O tempo é o inimigo. E o Cavaliers está correndo contra ele.

Comentários
Anelisy Lima
Anelisy Lima

Garland tá jogando como se tivesse um prego no pé e ainda assim tá dando nove assistências. Isso aqui não é coragem, é suicídio esportivo. O time tá fingindo que não vê o corpo dele pedindo socorro.
Se o médico disse pra descansar, pra que diabos ele tá no court?
Esse negócio de 'lutador' é só marketing. O corpo não negocia.
Quem tá pagando a conta no futuro? Ele.
Esse time tá jogando com o futuro dele como ficha de cassino.

Diego Almeida
Diego Almeida

MANO, GARLAND É O NOSSO HERÓI! 🙌🔥
Ele tá lá com dor de dedo e ainda faz playmaker de elite! Isso é MENTALIDADE DE CAMPEÃO, galera!
Se o corpo dele tá falando, o coração tá gritando mais alto!
Esse é o espírito do Cavs! NÃO PODEM PARAR ELE! 🏀💪
Se ele parar, o time vira um monte de lixo sem playmaker!
Quem quer ver ele no banco? Vai pro TikTok, lá tem só dança de 15 segundos.
Garland é a alma do time, e alma não desliga por dor! 🤘

Vinícius Carvalho
Vinícius Carvalho

Eu entendo o lado emocional, mas como treinador de base, eu digo: não é heroísmo, é irresponsabilidade.
Garland tá jogando com um padrão biomecânico que vai destruir o pé dele em 2 anos.
Se ele tivesse 19 anos e fosse um novato, eu diria: 'vai lá, garoto'.
Mas ele tem 24, contrato grande, valor de mercado alto. Não pode ser burro.
É tipo um piloto de F1 tentar correr com um pneu furado porque 'o público quer ver a corrida'.
Se o time não proteger ele, ninguém vai.
Parar agora é o ato mais corajoso que podem fazer.
Ele vai voltar mais forte, mais rápido, mais eficiente. E o time vai agradecer.
Se não fizerem isso, vão se arrepender quando ele estiver na cadeira de rodas aos 28.
Isso aqui é gestão, não emoção.

Rejane Araújo
Rejane Araújo

Eu só quero que todos lembrem que por trás desse jogador tem um ser humano.
Ele não é uma máquina de pontos. Ele tem família, dor, medo, ansiedade.
Se ele está jogando, é porque acha que pode ajudar.
Mas ninguém tem o direito de pressionar ele a continuar.
Se ele pedir descanso, o time tem que apoiar, não rotular como 'fraqueza'.
Isso não é só basquete. É respeito.
Espero que a diretoria veja isso como um momento de liderança, não de lucro.
Garland merece mais que um contrato. Ele merece cuidado.
Se o time não fizer isso, o que ele vai ensinar aos garotos que crescem aqui?
Que sofrer é valor? Não. Que saber parar é coragem. 🌱

agnaldo ferreira
agnaldo ferreira

É imperativo que a diretoria do Cleveland Cavaliers, em consonância com os protocolos médicos da NBA e as diretrizes da Associação de Médicos Esportivos, adote uma postura proativa e ética frente à condição fisiológica do atleta Darius Garland.
Considerando os dados epidemiológicos apresentados pelo estudo de Stanford (2022), que demonstra uma correlação estatisticamente significativa entre lesões repetitivas no metatarso e aposentadoria precoce, a continuidade da participação competitiva sob condições de dor crônica configura uma violação do princípio da não maleficência.
Portanto, recomenda-se, com urgência, a suspensão temporária das atividades esportivas, a fim de preservar a integridade física do atleta e a sustentabilidade do projeto esportivo a longo prazo.
Essa decisão, embora impopular no curto prazo, é moralmente e tecnicamente inescapável.

pedro henrique
pedro henrique

Todo mundo fala que ele tá machucado, mas e se for só preguiça? E se ele tá fingindo pra ganhar descanso? Tinha um cara na minha liga que dizia que tinha dor no joelho e depois foi visto jogando futebol de botão no bar.
Quem garante que isso não é só o time querendo desculpa pra perder?
Se o cara tá na quadra, tá jogando. Ponto final.
Se ele não quiser, que se aposente. Mas não venha com essa história de 'coração e cabeça'.
Basquete é guerra. Se não aguenta, vá pro banco de torcedor.

Gilvan Amorim
Gilvan Amorim

Essa história toda é um espelho da nossa sociedade, não é?
Valorizamos o sofrimento como virtude. O cara que não dorme, que não reclama, que trabalha doente - é o herói.
Na NBA, no trabalho, na faculdade... tudo vira prova de força.
Mas o corpo não é um motor que você aperta até quebrar. É um ser vivo.
Garland não é um mártir. Ele é um ser humano que tá sendo usado como símbolo.
E o pior? Nós, torcedores, estamos pedindo isso.
Queremos ver ele sangrando, porque aí parece que ele ama mais.
É triste. É perigoso.
Se o time não parar, nós vamos ter que parar de torcer.
Porque amor não é sofrimento. É cuidado.

Bruna Cristina Frederico
Bruna Cristina Frederico

Garland está sendo um exemplo de profissionalismo, mas o time está falhando em sua responsabilidade de proteger seu atleta. A ciência esportiva moderna já comprovou que a continuidade de lesões funcionais sem tratamento adequado resulta em degeneração articular acelerada. O Cleveland Cavaliers tem acesso a recursos médicos de ponta - então por que não os utilizam plenamente? A pressão para vencer não justifica o sacrifício da saúde a longo prazo. A decisão de parar não é derrota. É inteligência estratégica.

Flávia França
Flávia França

Essa história toda é uma farsa de marketing! O Cavs tá fingindo que Garland tá machucado pra esconder que o time é uma merda sem ele! 🤡
Se ele fosse de verdade um MVP, ele não precisaria de 26 pontos pra ganhar um jogo! Eles têm Donovan Mitchell, que é um monstro, mas tá sendo arrastado por esse time de zebra!
Garland é o problema, não a solução! Eles estão usando a lesão como desculpa pra não admitir que o time é fraco!
Se ele não é bom o suficiente pra jogar sem dor, que se aposente e dê lugar pra alguém que não é um fraco de dedo!
Essa é a realidade, e vocês só estão chorando porque não querem encarar a verdade!
Garland é um falso herói com um pé quebrado e um ego gigante!

Alexandre Santos Salvador/Ba
Alexandre Santos Salvador/Ba

Isso tudo é plano da NBA pra acabar com o time de Cleveland! Eles querem que o time enfraqueça pra o Brooklyn ou o Miami subir!
Garland tá sendo envenenado! O médico lá é da liga! Tudo é conspiração!
Se o cara tivesse jogado em São Paulo, isso nunca acontecia! Lá o povo tem sangue de guerreiro!
Esses médicos americanos só querem botar ele na cadeira de rodas pra vender mais remédio!
Eu não acredito nisso! Isso é racismo esportivo!
Quem tá por trás disso? A Nike? A Adidas? A CIA?!
Garland é um herói negro sendo destruído por um sistema branco!

Wanderson Henrique Gomes
Wanderson Henrique Gomes

Se Garland não parar agora, ele vai se arrepender daqui a 5 anos. A dor vai virar artrose, e ele vai ter que tomar remédio pra vida toda.
Esse time tem que priorizar o futuro. Não é só sobre playoffs. É sobre ele ter uma vida depois do basquete.
Se o técnico não tiver coragem de dizer 'não', o médico tem que impor. É isso.
Garland é talento. Mas talento sem saúde é lixo.
Parar é o único caminho inteligente.
Se não fizerem isso, vão se arrepender.
Eu garanto.

João Victor Viana Fernandes
João Victor Viana Fernandes

Todo esporte é uma metáfora da vida. Garland está jogando com dor porque acredita que o sofrimento tem valor. Mas será que tem?
Na cultura ocidental, a dor é redenção. Mas e se for apenas desperdício?
Se ele parar, ele não desiste. Ele escolhe. E escolha é liberdade.
Esse time não está perdendo um jogador. Está perdendo a chance de ensinar o que realmente importa: que o corpo não é um instrumento, é um lar.
Se ele voltar, que volte inteiro. Não como um fantasma com um pé quebrado.
Porque o verdadeiro herói não é quem aguenta. É quem sabe quando parar.

Mariana Moreira
Mariana Moreira

OH MEU DEUS, VOCÊS SÃO TODOS CEGOS?!?!?!?!
Garland tá jogando com dor CRÔNICA, e vocês estão discutindo se ele é 'herói' ou 'fraqueja'?!!
Isso não é basquete, é um circo de horrores! E o pior? VOCÊS ESTÃO APOIANDO O CIRCO!
Se o médico disse 'descanse', então DESCANSE, SEU IDIOTA! Não é 'desistir', é se proteger!
Esse time tá jogando com um jogador que já tá meio aposentado! E vocês aplaudem?!
Se ele for pro banco, o time vai jogar melhor, porque vai ter alguém com cabeça limpa!
Parar agora é o único ato de amor que esse time pode fazer!
Se não fizerem isso, eu não vou mais assistir um jogo desse time!
É isso. Fim da conversa. Vou torcer pro Lakers. Pelo menos lá não matam os jogadores com 'coragem'!

Mayri Dias
Mayri Dias

Essa história me lembra quando meu avô, que era operário, continuou trabalhando com uma fratura na costela porque não queria perder o dia de pagamento.
Ele morreu aos 52, de complicações.
Garland não é só um jogador. Ele é um símbolo da pressão que a gente coloca nos jovens.
Se o time não agir, não é só o dedo dele que vai sofrer.
É a alma de quem acredita que sofrer é obrigação.
Eu torço pelo Cavs, mas não por esse modelo.
Se eles não mudarem, eu vou torcer por outro time.
Porque amor não é sacrifício. É proteção.

Dayane Lima
Dayane Lima

Então... se Garland parar, o time vai perder? Mas e se ele continuar e ficar pior? Tipo, qual é o risco real? Ele pode voltar? Tem algum caso real de alguém que voltou depois de parar?

Bruno Rakotozafy
Bruno Rakotozafy

Garland tá jogando com dor mas ainda tá fazendo assistência de elite. Isso é o que importa. O time precisa dele. Se ele parar agora, perdem tudo. O médico pode tá exagerando. Eles sempre exageram. Vamos deixar ele jogar. Se ele cair, cai. Mas não vamos perder o playoff por medo. Basquete é guerra. E guerra tem cadáveres.
Se ele não aguenta, que se aposente. Mas não agora. Agora é hora de lutar.

Gabriel Nunes
Gabriel Nunes

Essa é a verdadeira falha do Cavs. Eles têm um time que pode ir longe, mas estão se deixando levar por esse drama de herói. Garland é um bom jogador, mas não é o Messias. Mitchell é o cara. Se o time parar de depender de Garland, talvez descubra que pode vencer sem ele. E se ele voltar depois, melhor ainda. Mas não deixem ele se matar por um jogo. Isso é ridículo. Eles estão mais preocupados com o que os torcedores vão pensar do que com a vida dele. É triste.

Volney Nazareno
Volney Nazareno

Interessante análise. Ainda não tenho opinião formada.

Rodrigo Eduardo
Rodrigo Eduardo

Ele joga, ele joga. Ponto. Se quiser descansar, que descanse. Mas não falem que é heroísmo. É só trabalho. Ele é pago pra isso. Nada mais.

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